A vida é uma cereja. A morte um caroço. O amor uma cerejeira.

13 de novembro de 2007

12 de novembro de 2007

Mudanças na ortografia a partir 1 de Janeiro 2008


A partir de Janeiro de 2008, os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa - Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique,Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste - terão a ortografia unificada.
O Português é a terceira língua mais falada no Ocidente, após o Inglês e o Espanhol. O facto de ter duas ortografias dificulta a divulgação do idioma e a sua utilização em eventos internacionais. A sua unificação, no entanto, facilitará a definição de critérios para exames e certificados para estrangeiros.

Com as modificações propostas no acordo, calcula-se que 1,6% do vocabulário de Portugal seja modificado. No Brasil, a mudança será menor: 0,45% das palavras terão a escrita alterada.Mas apesar das mudanças ortográficas, serão conservadas as pronúncias típicas de cada país.

Resumo do que muda na ortografia em 2008:



  • As paroxítonas terminadas em "o" duplo não terão acento circunflexo. Ao invés de "abençôo", "enjôo" ou "vôo", teremos que escrever "abençoo", "enjoo" e "voo".


  • Mudam-se as normas para o uso do hífen - Não se usará acento circunflexo na terceira pessoa do plural do Presente do Indicativo ou do Subjuntivo dos verbos "crer", "dar", "ler", "ver" e seus decorrentes, ficando correcta a grafia "creem", "deem", "leem" e "veem".


  • Criação de alguns casos de dupla grafia para fazer diferenciação, como o uso do acento agudo na primeira pessoa do plural do Pretérito Perfeito dos verbos da primeira conjugação, tais como "louvámos" em oposição a "louvamos" e "amámos" em oposição a "amamos".


  • O trema desaparece completamente. Será correcto escrever "linguiça", "sequência", "frequência" e "quinquênio" ao invés de lingüiça, seqüência, freqüência e qüinqüênio.


  • O alfabeto deixa de ter 23 para ter 26 letras, com a incorporação de"k", "w" e "y".


  • O acento deixará de ser usado para diferenciar "pára" (verbo) de "para" (preposição).


  • Haverá eliminação do acento agudo nos ditongos abertos "ei" e "oi" de palavras paroxítonas, como "assembléia", "idéia", "heróica" e "jibóia". O certo será assembleia, ideia, heroica e jiboia.


  • Em Portugal, desaparecem da língua escrita o "c" e o "p" nas palavras onde esta letra não é pronunciada, como em "acção", "acto", "adopção" e "baptismo". O certo será ação, ato, adoção e batismo.


  • Também em Portugal, elimina-se o "h" inicial de algumas palavras, como em "húmido", que passará a ser grafado como no Brasil: "úmido". Portugal mantém o acento agudo no "e" e no "o" tônicos que antecedem m ou n, enquanto que o Brasil continua a usar circunflexo nessas palavras: académico/acadêmico, génio/gênio, fenómeno/fenômeno, bónus/bônus.

    Fontes: Revista Isto É, Folha de São Paulo e Agência Lusa

4 de novembro de 2007

A origem das coisas - Playboy



Em 1953, aos 27 anos, o americano Hugh Hefner era director de circulação da revista Children's Activities. Ele acreditava que havia mercado para uma revista de jovens adultos, as publicações masculinas eram sobre caçadas, armas, carros mas ignoravam o assunto que mais preocupava os homens: MULHERES.


Com dinheiro emprestado por amigos e parentes, resolveu criar uma revista. Por 500 dólares, comprou os direitos de fotos que Marilyn Monroe.


O nome escolhido foi Stag Party (em português, farra) e o símbolo, um veado a fumar e à espera de uma companhia feminina. Porém, na véspera do lançamento Hefner descobriu que havia uma publicação com esse nome. Pensou em vários outros - Top Hat, Bachelor, Gentlemen - até que um amigo sugeriu Playboy, nome de uma fábrica de carros falida. Hefner encomendou ao desenhista Arthur Paul uma nova mascote. O coelho foi adoptado e hoje é uma marca mundialmente conhecida. Em Outubro de 1953, dos 69.500 exemplares editados do primeiro número, 54.175 foram vendidos.

1 de novembro de 2007

A origem das coisas - Canivete Suiço


Sabendo que o exército do seu país importava canivetes alemães, Karl Elsener abriu a sua fábrica em 1884.

Os primeiros canivetes Victorinox, numa homenagem a seus pais, Victor e Victoria, foram entregues aos soldados suíços em Outubro de 1891. Ostentavam o brasão do país para os diferenciar dos alemães.

Para ampliar o negócio e atrair utilizadores mais refinados, Elsener aperfeiçoou o canivete, surgindo assim os modelos com ferramentas: abre latas, chave de fendas, punção e saca-rolhas, serrote, alicate, abre garrafas, palito de dentes, pinça, gancho de pesca, lente de aumento e até uma pequena bússola. O produto popularizou-se depois da Segunda Guerra Mundial, com as unidades militares americanas.

Hoje, a linha para oficiais tem 100 diferentes combinações.