A vida é uma cereja. A morte um caroço. O amor uma cerejeira.

11 de junho de 2009

Cerejinha, Fornos de Algodres, 2009

Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares.
É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.
Fernando Pessoa